12 maio 2011

Da provocação

Não gosto que me provoquem. Eu sou uma pessoa da paz e não faço mal a uma mosca, nunca fiz e planeava nunca fazer. Estou na minha vida, não chateio ninguém e, como tal, espero que ninguém me chateie a mim. Mas quando me provocam, propositada e repetidamente, eu sou capaz de deixar de ser tão pacífica e passar à acção. A minha paciência está a chegar ao limite e eu não sei bem do que sou capaz, porque nunca me vi nesta situação. Mas já estive mais longe de pregar um estalo bem dado a alguém. Eu não queria ir por este caminho, mas sinto que está a tornar-se a última hipótese. Se depois de avisos bem claros as pessoas não entendem, se calhar um estalo bem dado vai abrir-lhes os olhos. E acho que posso desde já dizer que tenho quase a certeza de que se realmente o fizer, me vai saber imensamente bem.

4 comentários:

Trinca disse...

O Estalo até pode saber bem ter dado na altura, mas depois acredito que não nos sintamos bem.
Não vale a pena responder a provocações, precisamente porque elas são isso mesmo provocações, reles e insignificantes, as nossas reacções devem ser "provocadas" apenas por nós próprios.
Normalmente o desprezo doí mais do que um valente estaladão.
Experimente.

Isabel disse...

Às vezes apetecia-me tanto bater em alguém. Talvez um dia!

ROSINHA (tilida5ever design) disse...

Tenta ignorar a ver se resulta...

Ela disse...

Assim de repente senti me a ler o post dedicado ao último ano e meio da minha vida
é difícil manter a calma. Ignorar só resulta para quem pratica ioga ou respira budismo...o melhor é enfrentar logo a coisa.

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