11 abril 2012

Da especificidade

Não gosto de pessoas que se referem a carros pela marca apenas. Por exemplo, as pessoas perguntam 'Então, andas de Audi, não é? Não tinhas um Opel também?' Isto é tudo muito vago. Audi quê? Pode ser um A1, o mais barato, ou um A8, que custa uma pipa de massa. Tanto pode ser um Corsa B Van, de 1997 com 360 000 km (pequenino, não sei onde andas mas nunca te vou esquecer), como um Insignia com todos os extras. É tudo muito impreciso. 'Eh pah, eu agora tenho um Renault'. Mas que Renault, um Twingo com 10 anos daqueles verdes ou roxos muito feios ou um Mégane station wagon, do modelo mais recente? Temos que ser mais específicos. E o modelo apenas não fornece toda a informaçao necessária, mas sempre ajuda a distinguir melhor os carros. Ok, eu sei que eu sou um bocado picuinhas com isto dos carros... Mas isto é bastante típico em mulheres. Estas situações fazem-me quase sempre lembrar aquela anedota em que um homem e uma mulher falam e ela pergunta-lhe que caro tem e ele responde: um Fiat Punto. E ele pergunta-lhe a ela que carro tem e ela responde: um vermelho.

3 comentários:

Piloto Automatico disse...

Como te entendo... moro numa cidade onde as pessoas se posicionam (e posicionam as outras) por referência ao carro que têm, independentemente da marca, e particularmente do leasing e das prestações em atraso...
O meu Uno custou 400 euros e já está pago, a minha mota custou 10.000, mas ninguém liga a isso...
Bjs
F
PS: Vim aqui ter via "aflito"

O Metro Quadrado disse...

E aquela malta que se refere ao carro pela marca para dar ares de que tem mais de um? “Eh pá, deixei o casaco no Renault!”, e coisas assim.

Anónimo disse...

Que post da treta. Para ti, faltaria apenas que nos referíssemos aos carros pela matrícula ou com um nome "pessoal".

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