08 julho 2011

Da animação

Não gosto de ir a restaurantes e apanhar empregados que se acham engraçados. Aqueles empregados que acham que têm sempre algo muito espirituoso a acrescentar e que acham que são super simpáticos e divertidos e estão a agradar o cliente, quando no fundo só nos estão a aborrecer. Depois nem sequer estamos à vontade quando eles vêm à mesa, porque somos obrigados a pôr aquele sorriso amarelo, para não nos acharem antipáticos, quando só queremos que eles se calem e nos deixem apreciar a nossa refeição em paz e sossego. Por favor, eu até deixo gorjeta, se for preciso, mas esqueçam lá isso de serem animadores sociais. Vocês são empregados de mesa e é nisso que são bons, ok?

07 julho 2011

Da gratificação

Não gosto de deixar gorjetas. Sempre que vou a algum restaurante, parece a encenação daquela conhecida cena do Reservoir Dogs. Eu a dizer que sou contra gorjetas, os outros a dizerem que é de bom tom deixar gorjeta. Isto faz-me um bocado de confusão por dois motivos. Um, porque é quase obrigatório deixar gorjeta e os empregados ficam muito aborrecidos quando não deixamos, e sem razão nenhuma, porque isso não está estabelecido em lado nenhum, que eu saiba. Dois, porque também ninguém me deixa gorjeta por fazer o meu trabalho. Era bom que cada vez que faço uma tradução viesse aqui o meu patrão ou os meus colegas e me deixassem 1€ no meu mealheiro. Confesso que já deixei algumas vezes, quando acho que o empregado foi simpático e nos atendeu realmente bem. De resto, não deixo, sendo no entanto vulgar o meu namorado ter vergonha e deixar na mesma, do bolso dele, mesmo eu sendo contra. Mas porque é que temos de deixar gorjeta? Alguém me dê uma boa razão.

06 julho 2011

Da injustiça

Não gosto quando alguém tem um exame e reprova e depois diz que o professor é que não gosta dele/a. Um caso típico, na escolinha, na faculdade, em qualquer sítio onde haja um professor e um aluno. É normal ouvirmos alguém dizer que não passou a certa disciplina, ou reprovou no exame, porque o professor não gosta dessa pessoa, ou mais vulgarmente 'a pegou de ponta'. Isto tira-me um bocado do sério. Isto é não ter responsabilidade suficiente para arcar com o próprio insucesso, é não admitir que não se sabia o suficiente para passar. Não tentem fazer os professores passarem por papões, que não gostam dos alunos e vão reprová-los só para lhes estragar a vida. Até acredito que isto possa acontecer uma ou outra vez, vá, mas não é assim tão comum como se ouve. Segundo se ouve, todos os professores são pessoas más e rancorosas, que depois se vingam nos alunos, reprovando-os constantemente na sua cadeira. Eu também não passei a algumas cadeiras à primeira vez, mas nunca caí no erro de dizer que o professor é que não gostava de mim; não passei porque não merecia passar na altura, porque de facto não sabia. Aliás, a única cadeira que eu achava que a professora não era muito simpática comigo (nem com ninguém no geral, diga-se), acabei por ter 16, por isso essa teoria comigo não resulta. Vocês não passam porque não sabem o suficiente, porque não estudaram o que deviam, e não porque o professor não gosta da maneira como andam ou como se riem ou como escrevem.

05 julho 2011

Do pânico

Não gosto de aranhas. Sinto uma repulsa enorme por estes bichos e fico histérica quando vejo uma. Nem que seja pequena, fico descontrolada. Ultimamente ando a tentar controlar-me, não desatar aos berros e a chamar pela minha mãe sempre que vejo uma. Tento respirar, racionalizar e ir buscar qualquer coisa rapidamente para a matar, antes que desapareça. Hoje quando vi uma aranha pequenina na banheira, portei-me muito bem. Controlei o grito, fui calmamente buscar um chinelo, esmaguei-a com toda a força (apesar de não ter mais de 2 mm) e depois lavei a sola do chinelo. Tudo sem berrar ou entrar em hiperventilação. Acho que mereço uma prenda.

04 julho 2011

Do nada

Não gosto de não ter assunto para o blog. Há dias em que não me lembro de nada que não goste. O que até tem um lado positivo, é sinal que não aconteceu nada digno de registo, que não estou insatisfeita com nenhuma situação em particular. Mas analisando bem, há sempre mais alguma coisa que eu não gosto, não estou é a lembrar-me ou a ter consciência disso neste momento. Há milhares de coisas que eu não gosto e ainda só devo ter enumerado umas centenas, vá. Por isso vou pensar bem e amanhã já sei de certeza.

01 julho 2011

Da impotência

Não gosto de perder coisas. Ninguém gosta, acho eu, mas eu fico mesmo transtornada. E nem é pelo valor do objecto perdido, se perder um lápis velho fico igualmente transtornada. É pela impotência de não poder fazer nada, de não encontrar o que perdi. De procurar, procurar, procurar e não encontrar, não saber onde perdi e não poder fazer nada para recuperar o que é meu. E também um certo sentimento de culpabilização própria, porque é que fui tão descuidada? Claro que se for algo mais valioso ou de maior importância é mais chato, mas, como disse, basta perder um porta-chaves que eu gostava ou uma simples caneta para ficar logo com o dia estragado.

30 junho 2011

Da dificuldade

Não gosto nada de acordar de noite e depois não conseguir adormecer de novo. Depois fico ali às voltas na cama, horas às voltas. Depois durmo pouco e quando acordo até me ardem os olhinhos de tanto sono. Ardem os olhinhos, tenho umas olheiras do tamanho do mundo e até a minha pela se ressente. Penso sempre num plano tipo 'vou ligar para o trabalho e dizer que estou doente' ou 'vou dormir mais, apareço lá a meio da manhã e digo que adormeci' para poder ficar a dormir mais umas horas, mas nunca tenho coragem de o fazer. É pena, porque bem precisava de mais umas boas 4 horas de sono, para ficar como nova. Avizinha-se um longo dia até chegar de novo à minha caminha...

29 junho 2011

Da educação

Não gosto de pessoas que escrevem pff. Isso não existe. Existe pf (por favor) e sff (se faz favor). Pff é uma combinação dos dois, que algumas pessoas se lembraram de fazer. Não quer dizer 'por faz favor' nem 'por favor favor'. Simplesmente não existe, por isso deixem de escrever isso sff.

28 junho 2011

Da gaguez

Não gosto de falar com pessoas gagas. Não que tenha algo contra elas, nada disso, mas quando não conseguem dizer uma palavra eu tenho a tendência natural para completar. E eu não sei se gostam ou não que faça isso, pode eventualmente ofendê-los, não sei. Mas também não me consigo conter, por isso gera-se ali uma situação estranha para mim. Será que os estou a ofender ou a ajudar? Alguém que me esclareça por favor.

27 junho 2011

Da reflexão

Não gosto de pessoas que estão constantemente a pôr frases ou citações no Facebook. A felicidade não sei quê, os amigos não sei que mais, o amor coiso e tal. Santa paciência, não há quem ature isto. Pessoas, toda a gente sabe ir ao citador e ler as frases de autores conhecidos, não precisamos que façam isso por nós. É que se fosse uma ou outra vez, vá, deixa-se passar. O pior é que eu conheço pessoas que fazem isto sempre, todos os dias põem duas ou três frases sobre o sentido da vida. Ainda bem que existe o hide from news feed.

22 junho 2011

Da cautela

Não gosto de pessoas que quando param no semáforos, param super longe. Primeiro, porque é desnecessário, normalmente a estrada tem uma marca para estabelecer o limite, logo podemos ficar imediatamente atrás dessa marca e não 100 metros atrás. Segundo, porque há vários semáforos que funcionam através de sensores que só são activados quando o carro chega a uma certa distância. Ora se ficam cá atrás, o semáforo nunca vai ficar verde. Uma vez estive para cima de 5 minutos parada num semáforo porque o carro que estava à frente não sabia disso e estava ali à espera, à espera. As pessoas atrás bem apitavam mas ele não entendia. Entretanto cansou-se e passou mesmo o vermelho. Cuidado a mais às vezes também acaba em asneira

21 junho 2011

Da felicidade

Não gosto de pessoas super felizes e que não se cansam de anunciar a sua felicidade ao mundo. Por favor, já todos sabemos quão felizes vocês são, não é preciso estarem a lembrar-nos isso de 10 em 10 minutos. Aquelas pessoas que fazem questão de nos dizer que fazem coisas super interessantes, que acham que são super bem sucedidas, que estão contentes com o seu emprego, os seus amigos, a sua família, que são bonitas e sexy e inteligentes e tudo e tudo. No fundo, vocês não são assim tão felizes, não é? Gostam é de parecer. Porque se fossem, não tinham a necessidade de o anunciar ao mundo tão frequentemente, de tentarem que os outros se sintam inferiores. Vocês querem é que os outros pensem que sim, que a vossa vida é perfeita, e no processo até se convencem a vós próprios. Mas eu não me importo, eu não sou perfeita, não tenho uma vida perfeita, mas não preciso disso para ser feliz.

20 junho 2011

Da snobice

Não gosto de esperar para ser atendida em consultórios médicos. Os médicos acham-se muito importantes, por isso nem que o paciente tenha levado uma tremenda seca de 2 horas não se dignam no mínimo a pedir desculpa pelo atraso quando finalmente somos atendidos. Não, é suposto esperarmos caladinhos, pagar e não reclamar. Mesmo quando as assistentes ou lá como se chamam sabem que o médico está atrasado e a consulta vai demorar mais 1 hora, não se dignam sequer a avisar os pacientes, para pelo menos já saberem com o que contar. Não, deixam-nos estar na sala de espera, com revistas com meio ano pelo menos, nem uma palavra de atenção, nem um pedido de desculpas, nada. Eu até entendo que as consultas se atrasem, mas umas palavras bastariam para mostrar algum respeito por quem lhes dá negócio.

17 junho 2011

Da ignorância

Não gosto de corrigir as pessoas quando dão erros, porque depois ficam super ofendidas. Não percebo porquê, se estão a aprender para nunca mais na vida fazerem papel de burras, mas não gostam normalmente. Eu prefiro que me corrijam se disser algo errado, para não voltar a cair no mesmo erro, mas não é assim com a maioria das pessoas. Foi uma mania minha que me custou muito a perder e mas agora sempre que ouço alguém dizer as maiores bacoradas do universo, fico no meu lugar, caladinha e deixo-os falar. Não estou para me chatear, se querem fazer papel de burros, façam favor de continuar na ignorância.

16 junho 2011

Da moda

Não gosto de blogs de moda. Ou então como agora se diz, fashion blogs. Não falo de blogs que dão dicas sobre beleza, mostram produtos, têm fotos de roupas e tudo isso. Falo de blogs que só têm fotos. Fotos de pessoas e suas roupas. O conhecido Alfaiate Lisboeta, por exemplo. Fui lá uma vez, vi que era destes e não voltei. Já sei que ele tem uma legião de fãs, maioritariamente do sexo feminino, mas não consigo entender o encanto, passa-me ao lado. É por ele ser giro? Não sei, nem o conheço sequer. É pelo que ele escreve? Tinha ideia que ele não escrevia, ou se escrevia era pouco. É pelas fotos? São fotos de pessoas, como há milhares na internet. É para as pessoas copiarem as roupas das fotos? Não entendo... Preciso que me expliquem a piada destes blogs, e não falo só do dele, foi simplesmente o exemplo mais fácil que me ocorreu, falo de todos os fashion blogs tão em moda. Expliquem-me que sou burra.

15 junho 2011

Do compromisso

Não gosto de ter de lidar com trolhas, carpinteiros, picheleiros, pintores, electricistas e outros que tais. Não, não pensem que sou snob. A única coisa que me chateia muito (mas mesmo muito) nestas pessoas é a sua incapacidade de se manterem fiéis aos compromissos. Nós ligamos, pedimos para virem a nossa casa fazer um qualquer trabalho, fica tudo combinado e no dia não aparecem. Pura e simplesmente não aparecem. Nós ligamos e 'ai que me esqueci...'. Fica combinado para outro dia e voltam a não aparecer. E andamos nisto dias e dias até se dignarem a fazerem de facto o trabalho. Isto chateia-me porque em primeiro lugar, se não estiverem interessados no trabalho, que digam logo e eu arranjo outra pessoa, não há só um canalizador/trolha/whatever no mundo. E em segundo lugar, até parece que nos vão fazer o trabalho de graça , ao tempo que demoram a começar; não, eu vou pagar tudo o que fizerem por isso não é nenhum favor que me fazem. Não tenho muita paciência para este tipo de comportamento. Mas picheleiros/pintores... que apareçam quando combinam e façam tudo direitinho é uma utopia. Ou então são muito caros.

14 junho 2011

Da motivação

Não gosto de pessoas pessimistas. Não será bem pessimista o tipo de pessoa que estou a tentar definir. São aquelas pessoas que encontram defeitos em tudo e só gostam criticar e deitar as outras pessoas abaixo. Eu por natureza não sou propriamente optimista, sou ali um meio termo, digamos. E não gosto que venham outras pessoas deitar-me abaixo. Porque para deitar abaixo há muita gente que o faz, é preciso é que nos animem e nos dêem força. Não é bom estar sempre a ouvir que não vamos conseguir, que não somos capazes, que não fazemos as coisas bem, que não vai correr bem. Isso todos nós pensamos num qualquer momento, não é? Precisamos é que nos digam que vai correr tudo bem, que vamos conseguir, ainda que não acreditem, mas se disserem com convicção pode ser que no fundo nós até acreditemos. Estou farta que me puxem para baixo, porque por muita força que eu tenha para me tentar manter em pé, eventualmente vou acabar por ceder e cair...

09 junho 2011

Do aborrecimento

Não gosto de fins de semana prolongados em que fico em casa, sem planos. É deprimente. Estas poucas oportunidades têm de ser aproveitadas para ir por aí conhecer sítios, descansar, sair da rotina, fazer coisas novas e interessantes. Mas infelizmente não pode ser sempre, ou por questões económicas ou por questões pessoais. Ainda por cima com chuva não vai dar nem para dar um passeiozinho de bicicleta. Vou aproveitar para pôr os filmes e livros em dia, e já agora o sono, uma vez que não se avista nada melhor. Um bom fim de semana para vocês também, se possível melhor que o meu.

08 junho 2011

Da hipocrisia

Não gosto de trabalhar com pessoas que são lobos em pele de cordeiro. Odeio pessoas falsas e/ou sonsas. Aquelas que vêm com falinhas mansas, sempre muito correctas, a pedir coisas com muita educação e 'se não puderes, não faz mal' e que depois quando têm a primeira oportunidade espetam-nos a faca pelas costas, mas sempre muito educadamente. Mal por mal prefiro que as pessoas se assumam como as cabras que são, ao menos já sabemos com o que contar. Lembro-me que quando uma colega nova chegou aqui à empresa, logo na primeira semana, armou confusão com um colega que já estava cá há mais de 4 anos. Foi assim uma espécie de braço de ferro entre os dois e ela ganhou. Aí fiquei logo a perceber que tipo de pessoa ela era, para chegar a uma empresa e arranjar logo um inimigo, mas lá está, ao menos já sei o que me espera sempre que lido com ela. Já sei que ela quer é subir, independentemente dos danos colaterais. As outras também querem subir, mas à custa de sorrisos falsos.

07 junho 2011

Do fingimento

Não gosto de manicure francesa. Não sei como pode alguém gostar daquilo. Não entendo bem a piada da tira branca, a fingir que é unha comprida. Eu sempre tive unhas muito fortes e que crescem (demasiado) rápido, por isso odeio unhas grandes e uso-as bem curtas. Odeio unhas descontroladamente grandes, que nem dão para escrever no teclado ou no meu telemóvel qwerty. Por isso, ver pessoas com unhas supostamente grandes, assim a imitar garras, parece-me a maior parolice de todos os tempos. Felizmente que esta moda já não se vê tanto por aí, mas por amor de Deus, tenham bom gosto...

(inspirado neste post da Feiticeira)

06 junho 2011

Da (in)adequação

Não gosto de escolher mal a roupa para o dia. Parece uma coisa básica e fútil, mas é coisa para determinar em boa parte como o nosso dia vai correr. Por exemplo, se viemos de camisola grossa e depois acaba por ficar muito quente, vamos sentir-nos mal, abafados, com calor. Ou então se viemos mais descontraídos e depois temos uma reunião com a qual não estávamos a contar, vamos sentir-nos um pouco deslocados e à parte, se todos os outros estiverem de fato e gravata e nós de corsários. Por isso, gosto sempre de ouvir as previsões meteorológicas antes de sair de casa, porque ainda que não sejam muito precisas, sempre nos dão uma ideia do tempo que vai fazer e se devemos levar um top de alças ou uma camisa de manga comprida. E tentar não nos esquecer dos compromissos ao longo do dia e respectivas necessidades em termos de guarda-roupa. Por exemplo, hoje vim mais formal porque tinha uma reunião, que acabou por ser adiada, e agora tenho de andar assim o dia todo, quando podia simplesmente ter vindo de calças de ganga e t-shirt.

03 junho 2011

Da grandeza

Não gosto de condutores de pesados. Camionistas, vá. Acho que para os veículos que conduzem, não têm o mínimo cuidado e sentido de responsabilidade. Andam em velocidades (muito) excessivas, fazem manobras perigosas, no fundo acham que podem fazer o que quiserem porque têm um pesado e qualquer condutor de ligeiros vai ter medo e vai deixá-los levar sempre a sua avante. Já vi fazerem coisas que nem eu com o meu ligeiro faria e provavelmente não poria tanta gente em risco, caso fizesse. A maior parte dos acidentes com pesados acontece por causa deles. Pior é quando há feridos ou até mortos, que quase nunca são os condutores dos pesados, claro, porque estão lá em cima na sua fortaleza e quem se lixa são os outros. Sempre que há acidentes com pesados, nunca tenho pena dos condutores, porque quase de certeza que a culpa foi deles. Inconscientes, é o que é.

02 junho 2011

Da (enorme) má disposição

Não gosto do dia de hoje. Está começar muito mal. Trânsito, pessoas a chatear-me, dores de cabeça, muito trabalho... Só quero paz e sossego. E calmantes. Acho que nem para escrever aqui estou com paciência.

01 junho 2011

Da pretensão

Não gosto de Smarts. São feios. As pessoas que têm Smarts normalmente têm a mania (não todas, calma, mas bastantes). Odeio especialmente quando estou por exemplo num shopping à procura de lugar e vejo uma aberta lá ao fundo. Lá vou eu toda contente e quando chego lá está um Smart chegado à frente, como que a rir-se de mim 'ahahah pensavas que ias meter aqui o carro, não era? continua mas é a procurar lugar'. Odeio. Ou quando estão estacionados de frente, quando todos os outros carros estão de lado (ou vice versa, não sei bem). E depois andam por aí cheios de publicidade a pavonearem-se. Se querem carros pequenos, comprem antes o Toyota IQ, sempre é menos pretensioso.

31 maio 2011

Do fumo II

Não gosto de não-fumadores radicais. Ou seja, aquelas pessoas que não podem ver um bocado de fumo que armam logo um escândalo. Ai que eu não posso levar com o fumo, ai que isso incomoda-me muito, ai que eu tenho asma e dá-me já um ataque, ai que não vou para aí porque se fuma. Odeio. Normalmente os ex-fumadores tornam-se nestas pessoas. Eu sempre prometi a mim mesma que mesmo quando deixasse de fumar nunca ia ser assim. É óbvio que o fumo incomoda as pessoas, aliás, incomodava-me mesmo quando eu era fumadora, isto não é exclusivo dos não-fumadores, mas não vamos ser assim tão picuinhas, está bem?
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